Tuesday, December 22, 2009

Thursday, November 26, 2009

Untitled peephole # history or i love you, you dead pillow - annotation on attachment and affection






video



Untitled peephole number history or I love you, you deed pillow – annotation on attachment and affection

Stressing the association between history and significance, between selection and identification, “Untitled peephole…” forces an intimate situation where participation, voyeurism and endurance are the key aspects. The installation begins with the spatial transformation of normal a room in a convergent lane close to what perspective does.
At the center of the perspective for the room distortion or setting is a wall set upon a bed frame. This wall reaches the ceiling leaving an open triangular gap that tensions the rigid structure and from which some light is cast upon the wall. Light washes the surface that blocks the view of the light source.
The bed frame is set inclined on the floor creating a ramp. On top of the frame an almost fitting (or almost unfitting) board allows one to step over and safely feel the wobble.
The wall rigidity is interrupted by a round discreet hole. If looking into this round hole, one will be surprised by the view of an octagonal rim that outlines the limit of the view. This “passage” is meant to bring the awareness of the transformation of perception. The view rests finally on a video projection.
This is the film of a staged action. A sort of machinery splinters and smashes pieces of wood that are visual metaphors for book pages being torn apart. In the soundtrack sounds of books flipping pages and a voice uttering “Here”. This highlights the continuous transformation, incorporation and reinterpretation of reference, identification, recognition and belief. The impossibility is to trace or map the place of that “Here” when the piece motions to reinstate and to bring shift.
The video is extremely long considering the simplicity of the recorded action being necessarily an endurance test to will and affection, to persistence. In the end of the video some “leftovers” are shown, things that are also part of the transformation and selection process but deprived of the sound of flipping pages or the “Here”, because leftovers lack affection and attachment and worthy consideration.

Thursday, November 19, 2009

Wednesday, November 18, 2009

A pintura é cousa lixada



mas não há como evitar o risco


Novos princípios

Sunday, November 01, 2009

Tuesday, October 27, 2009

Monday, October 19, 2009





a fotografia ganha um corpo cada vez mais presente na captura das instalações que tenho produzido ultimamente. O descuido tantas vezes demonstrado na recolha dos melhores olhares sobre as minhas obras parece ter desaparecido. Um rigor novo e uma certa paixão pela qualidade do estetismo pleno, o prazer do detalhe especial, do capricho, um certo onanismo...
fica um novo pormenor de um momento brevemente documentado e visualizavel com qualidade

principles

Saturday, October 10, 2009

Melodrama 14 and more


Melodrama 14 and more is a complex installation that depicts a specific concept of Melodrama that i believe to be the uttermost fundamental experience of humanity. This project endeavors in mapping the range for which melodrama is not a mere theatrical aesthetic but a form of organizing reality percepetion.

The Diderot Paradox is one of the principles that define the neuralgic structure between person and reality

Monday, October 05, 2009

finding space


finalmente a escultura a manifestar-se, ainda que com timidez

Saturday, October 03, 2009

Saturday, July 25, 2009

Monday, June 08, 2009

Acercado




REFLEXUS ARTE CONTEMPORANEA

Redux de
Acercado
2008

Patente:
6 Junho - 27 Junho 2009
Sextas & Sábados das 15h às 19h







(cortesia fotos: Carla Cruz; Paula Lopes)

Sunday, June 07, 2009

Não tenho nenhum complexo de culpa, mas procuro-o


Estudo para o remake de Não tenho nenhum complexo de culpa, mas procuro-o .
Braça de Prata
Lisboa
06-27 Junho
Leilão Identidades - Gesto Cooperativa Cultural

Friday, May 22, 2009

A ordem dos fingimentos













"A ordem dos fingimentos"
André Alves
para o projecto Colector
na
Casa Museu Abel Salazar



A ordem dos fingimentos
nasce da leitura de O Ensaio de Psicologia Filosófica (escrito por Abel Salazar por 1915). A ordem dos fingimentos consiste num desenho cuja representação (gráfica e caligráfica) descreve uma espécie de jogo de mesa que tenta materializar o contributo de Abel Salazar, face ao entendimento da consciência.
O “percurso” deste jogo de mesa descreve uma leitura sobre O Ensaio de Psicologia Filosófica, (especialmente a desconfiança ante um existencialismo sólido, fechado, íntegro da mentalidade). De acordo com Salazar, a ideia de voluntarismo é ilusória, e a mentalidade como estrutura ontologicamente relacional, facilmente será permeável a mal-entendidos que se enraízam como ilusões psicológicas.
Quanto à determinação constitutiva da consciência, Abel Salazar indica-a como um resultado da flexibilidade de abstracção da mentalidade, graças ao concurso de três factores: a existência de determinantes exógenos; a formação gradual de relações; e a propriedade de persistência dessas relações, sem a qual a mentalidade seria apenas uma rápida fulguração de momentos (sic).

O fingimento (dado o enquadramento da perspectiva de Salazar) constitui uma ilusão psicológica! Porque a continuidade da sensação do sujeito impede o voluntariar-se a ser fingido, não estando ele a criar forçosamente um estado de fingimento, mas a instaurá-lo – colocá-lo em práctica. Portanto, o sujeito não está a fingir, mas a ter a ilusão de que está a exercer um fingimento (quando na realidade está a exercê-lo). Paradoxalmente, e concretamente, o sujeito finge ter a consciência de fingimento!

Em A ordem dos fingimentos joga-se pelo escape das ilusões psicológicas e da zona negativa da consciência, pelo acesso à pirâmide da mentalidade, à possibilidade das imagens, das ideias, dos julgamentos e dos raciocínios, onde a consciência brota como meta gloriosa deste desafio.

Monday, May 18, 2009

Colector Project at Casa-Museu Abel Salazar / Projecto Colector na Casa-Museu Abel Salazar




Projecto Colector na Casa-Museu Abel Salazar

Inauguração 18 de Maio (Dia Internacional dos Museus)


Colector um projecto dirigido à promoção das Artes Visuais, que pretende aliar diferentes vertentes ou disciplinas emergentes das artes visuais aos espaços museológicos do país.

Partindo do espaço museológico, do seu acervo, colecção e história específica pretende-se potenciar uma interacção e confronto diferente com o próprio espólio do Museu. Dadas as condições para a experimentação, inovação e desenvolvimento de novas linguagens plásticas (fortemente centradas na relação passado/presente, arquivo/espolio do próprio museu) permitir-se-á a criação de um roteiro artístico que introduz o público numa interacção e confronto com diferentes tipos de expressões artísticas sobre a colecção.


Ana Efe + All Brain, André Alves, André Silva, Claúdia Lopes, Dalila Gonçalves, João Bonito, Paula Naughton.


De Segunda a Sexta
Das 9:30h às 12:30h I 14:30h às 18h


Casa-Museu Abel salazar

Rua Dr. Abel Salazar, s/n

4465-012 S. Mamede de Infesta

encerrado provisoriamente
sábados, domingos e feriados

Visitas guiadas (marcação para grupos)
Entrada gratuita

Transportes: STCP: 600 (Aliados / Barca ou Maia)

Tel. 22 903 98 26

Fax. 22 903 98 28

cmuseu@reit.up.pt

http://cmas.up.pt/

colectivo.colector@gmail.com
http://colectivo-colector.blogspot.com

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Friday, May 15, 2009

Wednesday, April 15, 2009

Monday, April 13, 2009

Wednesday, March 11, 2009

Histoire d'H



estudo para instalação vídeo "História do H"