Wednesday, August 17, 2011

The tactic of the spectator



"The tactic of the spectator"
work in progress for Musao Porto - MASC FOUNDATION

Sunday, August 07, 2011

Escala


"Escala" - série Afasia
grafite s/papel
42x29,7cm
2011
para a exposição "CATAVENTO"

Sunday, July 10, 2011

Que tempinho de caca

"Que tempinho de caca" - drawing for cowboy Ze Cardoso

Friday, May 27, 2011

Mute | Motives





"Mute | Motives"
Andre Alves
Saturday, June 4 · 7:00pm - 10:00pm
Semantics












“Mute Motives” is an investigation around the ideas of intensity, affirmation and power.
Combining a series of delicate monochromatic drawings with a (collaborative) performance entitled “Silence it is” the exhibition explores bodily tension, the deconstruction of silence as form, linguistics and sexual phantasmagoria.

The performance "Silence it is" will start at 7.30 pm sharp!

“Mute Motives” proceeds from an interest in juxtaposing visual and non-visual languages (here referring to the non-instrumental musical composition by Jennifer Jolley) and the translation of the tension between the will to say/act and the capacity to do so.


for more information:http://semanticsgallery.wordpress.com/

Something happens

MFA UC Class 11
Thesis Show: "EXIT"

"Something Happens"
Andre Alves



Monday, April 04, 2011

Silence it is

Silence it is

performance draft for my next solo show "Mute Moto" at Semantics, curated by Sheida Soleimani

Wednesday, December 15, 2010

Thursday, November 11, 2010

Projecto Colector
Quinta de Santiag

Monday, November 08, 2010

desktop drawings

Apetite
publicada por Christina Casnellie

Colectiva Dama Aflita
Dezembro 2010, Porto

Sunday, October 31, 2010

Wednesday, October 27, 2010

Friday, September 10, 2010

O absurdo quer-nos de volta ou o melancólico enquanto duplo



Instalação "Contra o realismo"




























Série “Os mesmos problemas”
# Degustar / Desgostar
# Imundo / Mundano
# Interno / Eterno
# Modéstia / Moléstia
# Presente / Pressente
# Revisa / Remissa
# Safar / Sanar
# Sudário / Sumário





Série “A dupla natureza da mudança”
# A absurda aflição do Sanguíneo
# A absurda aflição do Colérico
# A absurda aflição do Fleumático
# A absurda aflição do Melancólico




Série “Quase a viver”
# Suporte
# Revolução
#Sucessão





Imagens do vídeo "Serôdio"






A tragédia enleia-se no pensar como as pessoas falham. A tragédia não fala de um perdedor mas de eventual falha. Precisamente porque a tragédia não aceita ou permite o falhanço (porque a tragédia, deseja sempre a vitória, e a falha violenta o espírito), a tragédia aparece como grito, o sinalizar do inoportuno acontecimento.

A tragédia é sempre desapegada da ideia de impasse. O impasse é qualquer coisa de contrário ao espírito, porque bloqueia o sujeito na sua própria subjectividade. E aí o mantém refém. Nesse lugar, donde a tentativa de perceber o mundo é sempre irrazoável. Ainda que irrazoável, todas as contradições que o espírito mede devem ser vividas; sem a aceitação do absurdo, com a sua constante confrontação. E são elas, as absurdas e insólitas situações, que radicalmente pontuam as vidas de cada um.



Em O absurdo quer-nos de volta ou o melancólico enquanto duplo, procuro criar um percurso sobre “o que interessa” e é mobilizado para o agir.

A galeria não aparece apenas como motor metafórico mas parte de um sujeito - lugar. E neste caso, de um campo de estudo. Começo com essa ideia do falhar, e da aprendizagem para não falhar. E com a descoberta. E de quem a faz. E como.

O absurdo quer-nos de volta ou o melancólico enquanto duplo cria um contexto para uma mudança e a possibilidade de mudança: exibem-se as resoluções “contra o realismo”, e de que “o impasse é de ordem ética e não, estética.”

Ao longo deste percurso passam-se por “momentos” distintos, séries que traquejam a ambivalente relação sobre quem e o que se descobre. Há mais interesse pelo carácter de quem confronta a absurdez, antes de mais reconhecendo-o e aceitando-o. Por isso aqui chamo o melancólico e a sua conotada (e esquecida) natureza dupla, o defluxo que provoca ora resignação ora ânimo, e essa maravilhosa complexa gestão entre pousio e acção.

Em Os mesmos problemas, não interessa qual a natureza do complexo, mas a resolução do complexo. Em A dupla natureza da mudança examinam-se os “humores clássicos” (temperamentos pessoais que constituem os indivíduos), disfarce e farsa, o carácter de quem muda, de quem descobre. Em Quase a viver frisa-se que a escolha de um caminho complexo obriga sempre o olhar atrás, o legado, a tensão entre continuidade e permanência, corte ou reconhecimento. Em Serôdio somam-se estas questões pensando a ideia de papel a cumprir e sublinha-se (ou tenta-se) a crença de que todos devem ser empurrados e defendidos

Tuesday, August 03, 2010

O absurdo quer-nos de volta ou O melancólico enquanto duplo.













André Alves
Inaugura a 9 Setembro

Sopro – Projecto de Arte Contemporânea

Rua das Fontaínhas, nº 46 • 1300-257 Lisboa

www.sopro.pt

http://galeriasopro.blogspot.com



Horário: Terça a Sábado, das 15.00 às 20.00h