Friday, September 02, 2011
Wednesday, August 17, 2011
Sunday, August 07, 2011
Friday, July 29, 2011
Sunday, July 10, 2011
Monday, June 06, 2011
Friday, May 27, 2011
Mute | Motives
"Mute | Motives"
Andre Alves
Saturday, June 4 · 7:00pm - 10:00pm
Semantics



“Mute Motives” is an investigation around the ideas of intensity, affirmation and power.
Combining a series of delicate monochromatic drawings with a (collaborative) performance entitled “Silence it is” the exhibition explores bodily tension, the deconstruction of silence as form, linguistics and sexual phantasmagoria.
The performance "Silence it is" will start at 7.30 pm sharp!
“Mute Motives” proceeds from an interest in juxtaposing visual and non-visual languages (here referring to the non-instrumental musical composition by Jennifer Jolley) and the translation of the tension between the will to say/act and the capacity to do so.
for more information:http://semanticsgallery.wordpress.com/
Monday, April 04, 2011
Silence it is
Silence it isperformance draft for my next solo show "Mute Moto" at Semantics, curated by Sheida Soleimani
Tuesday, January 18, 2011
Wednesday, December 15, 2010
Thursday, November 11, 2010
Monday, November 08, 2010
Sunday, October 31, 2010
Wednesday, October 27, 2010
Friday, September 10, 2010
O absurdo quer-nos de volta ou o melancólico enquanto duplo

Instalação "Contra o realismo"





Série “Os mesmos problemas”
# Degustar / Desgostar
# Imundo / Mundano
# Interno / Eterno
# Modéstia / Moléstia
# Presente / Pressente
# Revisa / Remissa
# Safar / Sanar
# Sudário / Sumário
Série “A dupla natureza da mudança”
# A absurda aflição do Sanguíneo
# A absurda aflição do Colérico
# A absurda aflição do Fleumático
# A absurda aflição do Melancólico
Série “Quase a viver”
# Suporte
# Revolução
#Sucessão
Imagens do vídeo "Serôdio"
A tragédia enleia-se no pensar como as pessoas falham. A tragédia não fala de um perdedor mas de eventual falha. Precisamente porque a tragédia não aceita ou permite o falhanço (porque a tragédia, deseja sempre a vitória, e a falha violenta o espírito), a tragédia aparece como grito, o sinalizar do inoportuno acontecimento.
A tragédia é sempre desapegada da ideia de impasse. O impasse é qualquer coisa de contrário ao espírito, porque bloqueia o sujeito na sua própria subjectividade. E aí o mantém refém. Nesse lugar, donde a tentativa de perceber o mundo é sempre irrazoável. Ainda que irrazoável, todas as contradições que o espírito mede devem ser vividas; sem a aceitação do absurdo, com a sua constante confrontação. E são elas, as absurdas e insólitas situações, que radicalmente pontuam as vidas de cada um.
Em O absurdo quer-nos de volta ou o melancólico enquanto duplo, procuro criar um percurso sobre “o que interessa” e é mobilizado para o agir.
A galeria não aparece apenas como motor metafórico mas parte de um sujeito - lugar. E neste caso, de um campo de estudo. Começo com essa ideia do falhar, e da aprendizagem para não falhar. E com a descoberta. E de quem a faz. E como.
O absurdo quer-nos de volta ou o melancólico enquanto duplo cria um contexto para uma mudança e a possibilidade de mudança: exibem-se as resoluções “contra o realismo”, e de que “o impasse é de ordem ética e não, estética.”
Ao longo deste percurso passam-se por “momentos” distintos, séries que traquejam a ambivalente relação sobre quem e o que se descobre. Há mais interesse pelo carácter de quem confronta a absurdez, antes de mais reconhecendo-o e aceitando-o. Por isso aqui chamo o melancólico e a sua conotada (e esquecida) natureza dupla, o defluxo que provoca ora resignação ora ânimo, e essa maravilhosa complexa gestão entre pousio e acção.
Em Os mesmos problemas, não interessa qual a natureza do complexo, mas a resolução do complexo. Em A dupla natureza da mudança examinam-se os “humores clássicos” (temperamentos pessoais que constituem os indivíduos), disfarce e farsa, o carácter de quem muda, de quem descobre. Em Quase a viver frisa-se que a escolha de um caminho complexo obriga sempre o olhar atrás, o legado, a tensão entre continuidade e permanência, corte ou reconhecimento. Em Serôdio somam-se estas questões pensando a ideia de papel a cumprir e sublinha-se (ou tenta-se) a crença de que todos devem ser empurrados e defendidos
Friday, September 03, 2010
Tuesday, August 24, 2010
Tuesday, August 03, 2010
O absurdo quer-nos de volta ou O melancólico enquanto duplo.
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